Alugar ou financiar um imóvel
Introdução
Alugar ou financiar depende das alternativas que você tem e das condições de cada uma. Um financiamento com juros baixos pode ser uma boa escolha, sobretudo quando o aluguel é caro. Já um aluguel baixo pode permitir que você guarde mais dinheiro e compre depois com uma entrada maior. Para comparar esses caminhos, é preciso considerar também o rendimento das aplicações, os reajustes do aluguel, a valorização do imóvel e o tempo de espera até a compra.
Criei esta calculadora para ajudar quem está decidindo entre financiar agora e continuar no aluguel enquanto junta dinheiro. Ela reúne essas informações em uma única simulação e compara o custo dos dois caminhos em valores de hoje. Você pode alterar os dados e observar como o resultado muda. Este texto explica como essa comparação funciona e como interpretar os resultados.
É comum ouvir que financiar não vale a pena porque, ao somar todas as prestações, o total pode equivaler ao preço de dois ou três imóveis. Essa conta, sozinha, não resolve a questão. Uma prestação paga daqui a 20 anos tem um peso diferente de um pagamento feito hoje. Além disso, durante esse período, o aluguel pode subir e o imóvel pode ficar mais caro.
Também é preciso definir com o que o financiamento será comparado. Quem pode morar sem pagar aluguel enfrenta uma decisão diferente de quem precisa arcar com esse gasto todos os meses. Aqui, a comparação é entre comprar agora e alugar por um período para comprar depois. Em ambos os caminhos, o objetivo é adquirir o mesmo imóvel.
Para comparar pagamentos feitos em datas diferentes, a calculadora usa o valor presente, ou VP. Ele responde a uma pergunta simples: quanto esses pagamentos futuros representam em dinheiro de hoje? A taxa usada nessa conta é o rendimento que o dinheiro poderia obter se permanecesse aplicado. Assim, todos os gastos são comparados na mesma data.
A calculadora considera duas estratégias:
- Comprar agora, usando a entrada disponível e financiando o restante.
- Alugar por um período e comprar depois, mantendo a entrada aplicada e investindo a diferença entre a prestação que pagaria hoje e o aluguel.
O resultado mostra qual caminho tem o menor custo em valor presente nas condições informadas. Por isso, comparar apenas a prestação com o aluguel do primeiro mês pode levar a uma conclusão diferente da comparação de todo o período.
Como usar a calculadora
Comece informando o preço do imóvel, a entrada disponível, o prazo e a taxa do financiamento. Escolha também o sistema de pagamento, SAC ou Price. Se ainda não tiver uma proposta, você pode usar uma simulação bancária como referência, tais como as simulações habitacionais da Caixa. Em seguida, informe quanto pagaria de aluguel por um imóvel caso optasse por morar de aluguel, a taxa de reajuste e a frequência desse reajuste. Por fim, indique quanto tempo pretende esperar até comprar, o rendimento esperado do dinheiro aplicado e a valorização esperada do imóvel. Use taxas compatíveis com a simulação e trate os valores futuros como hipóteses, pois eles podem mudar.
Com esses dados, a calculadora projeta as prestações, os aluguéis e o dinheiro disponível para a entrada ao final da espera. Se esse dinheiro for suficiente para pagar o preço projetado do imóvel, a compra será à vista. Se não for, a diferença será financiada.
O resultado principal é o custo de cada caminho em valor presente. O menor valor indica a alternativa financeiramente mais barata no cenário escolhido. Os gráficos mostram a evolução das prestações e dos aluguéis, o crescimento da entrada disponível e a mudança no preço do imóvel. Também ajudam a comparar diferentes tempos de espera até a compra.
Vale testar mais de um cenário. Por exemplo, observe o que acontece se a aplicação render menos, se o aluguel subir mais ou se o imóvel se valorizar acima do esperado. Quando os custos das duas alternativas estão próximos, pequenas mudanças podem inverter o resultado.
Como os cálculos funcionam
A calculadora faz as contas mês a mês. Primeiro, transforma as taxas anuais em taxas mensais equivalentes. Depois, projeta os pagamentos e calcula quanto eles representam hoje. A conversão de uma taxa anual para mensal considera os juros compostos:
Para acompanhar as fórmulas, estas são as principais letras usadas:
- é o rendimento mensal da aplicação.
- é o fator usado para trazer um pagamento futuro ao valor de hoje.
- é a taxa mensal do financiamento.
- é o número de prestações mensais.
- é o número de meses de aluguel antes da compra.
- e são o preço do imóvel e a entrada disponível hoje.
- resume o valor presente de pagamentos mensais iguais ao longo de meses, usando a taxa .
O rendimento da aplicação é a referência para comparar os pagamentos ao longo do tempo. Quanto maior esse rendimento, maior é a vantagem de manter o dinheiro aplicado e menor é o peso, em valores de hoje, de um pagamento distante. Essa relação ajuda a entender por que a taxa informada pode mudar o resultado.
Como as prestações são calculadas
O valor financiado, representado por L nas fórmulas, é o preço do imóvel menos a entrada. Esse saldo é pago ao longo do prazo escolhido. A calculadora considera os sistemas SAC e Price, que distribuem os pagamentos de maneiras diferentes.
No SAC, a parcela destinada a quitar a dívida é fixa e corresponde a . Como os juros são cobrados sobre uma dívida que diminui a cada mês, as prestações começam mais altas e caem ao longo do contrato:
Na Price, as prestações são constantes nas condições do modelo. No início, uma parte maior do pagamento cobre juros e uma parte menor reduz a dívida. Com o tempo, essa composição se inverte:
Depois de projetar as prestações, a calculadora soma seus valores presentes. O fator indica quanto custa hoje cada real financiado, usando o rendimento da aplicação como referência.
Esse fator ajuda a interpretar o custo do crédito:
- Se , o financiamento custa mais do que a aplicação rende (). Cada real financiado representa um custo superior a um real em valor presente.
- Se , o financiamento custa menos do que a aplicação rende. Nas taxas assumidas pelo modelo, manter dinheiro aplicado enquanto se paga o crédito pode ser vantajoso.
- Se , as duas taxas são iguais (). O valor presente das prestações corresponde ao valor financiado, tanto no SAC quanto na Price.
Por exemplo, com financiamento a 8% ao ano, prazo de 30 anos e aplicação rendendo 10% ao ano, esse fator é 0,845 na Price e 0,870 no SAC. Na Price, cada R$ 1 financiado corresponde a cerca de R$ 0,85 em valor presente. Essa diferença decorre das taxas usadas na simulação, e não de uma redução nas prestações contratadas.
O aluguel e a entrada acumulada
O aluguel começa no valor informado e é reajustado na frequência escolhida. Com reajuste anual, por exemplo, permanece igual por 12 meses e muda no aniversário do contrato. A fórmula representa essa evolução:
Na equação acima, R representa o valor inicial do aluguel, e é a taxa anual de reajuste, com o reajuste realizado a cada x meses. Enquanto espera para comprar, o modelo considera que a pessoa mantém a entrada aplicada e investe, a cada mês, a diferença entre a prestação que pagaria se comprasse hoje e o aluguel. Se a prestação fosse R$ 1.600 e o aluguel R$ 600, por exemplo, seriam aplicados R$ 1.000 naquele mês. Se o aluguel superar a prestação, ocorre o contrário: a diferença precisa ser retirada do dinheiro acumulado.
Ao final da espera, a entrada disponível reúne o valor inicial com seus rendimentos e as diferenças mensais aplicadas ou retiradas. A fórmula abaixo calcula esse saldo:
Durante a espera, o preço do imóvel também muda. A calculadora aplica a valorização informada para estimar seu preço na data da compra. Se a entrada acumulada cobrir esse valor, a compra será à vista. Caso contrário, o restante será financiado com a mesma taxa e o mesmo prazo considerados para a compra imediata.
Quando o tempo de espera corresponde a um número completo de períodos de reajuste, o valor presente dos aluguéis pode ser calculado pela expressão abaixo:
Essa conta mostra por que o reajuste merece atenção. Se o aluguel subir mais rápido do que o dinheiro aplicado rende, os pagamentos ficam mais pesados ao longo da espera, mesmo quando comparados em valores de hoje.
Como comparar os custos em valores de hoje
O custo de cada estratégia reúne os pagamentos destinados à moradia e à aquisição do imóvel. Se a entrada acumulada superar o preço da compra futura, apenas o valor necessário para comprar entra nessa conta. O dinheiro que sobra continua disponível para a pessoa.
Na compra imediata, o custo é a entrada paga hoje mais o valor presente de todas as prestações:
Na compra após um período de aluguel, entram os aluguéis pagos durante a espera, a entrada utilizada na compra e as prestações do financiamento futuro. Todos esses pagamentos são convertidos para valores de hoje:
Se a entrada acumulada permitir comprar à vista, não haverá financiamento futuro. Nesse caso, o custo reúne os aluguéis da espera e o preço do imóvel na data da compra, trazidos ao valor de hoje:
Considere um imóvel de R$ 200 mil, entrada de R$ 35 mil e financiamento Price por 30 anos, a 8% ao ano. Se a aplicação render 10% ao ano, o custo da compra imediata será de aproximadamente R$ 174,4 mil em valor presente. Ele fica abaixo do preço à vista porque o rendimento usado para comparar os pagamentos é maior que a taxa do financiamento. O total efetivamente pago ao longo do contrato continua sendo outra medida.
O que faz uma alternativa custar menos
Para identificar a alternativa mais barata, a calculadora subtrai o custo da compra imediata do custo de alugar e comprar depois. Se essa diferença for positiva, comprar agora custa menos. Se for negativa, esperar custa menos. A expressão abaixo resume essa comparação para os casos em que ainda há financiamento na compra futura: Na fórmula, P representa a soma das primeiras prestações em valor presente, A representa os aluguéis em valor presente e g compara a valorização do imóvel com o rendimento da aplicação, em taxas mensais equivalentes. O índice K indica o período de espera.
Reorganizando a expressão, a compra imediata tem menor custo quando:
A ideia por trás dessa condição é comparar os aluguéis pagos durante a espera com as vantagens de comprar depois. A espera pode trazer dois benefícios financeiros:
- Uma entrada maior pode reduzir a necessidade de crédito caro. Isso favorece esperar quando a taxa do financiamento supera o rendimento da aplicação. Se o crédito for mais barato que a aplicação, essa vantagem pode se inverter.
- O dinheiro aplicado pode crescer mais rápido que o preço do imóvel. Nesse caso, a pessoa ganha capacidade de compra ao esperar. Se o imóvel se valorizar mais rápido que a aplicação, alcançar o preço de compra se torna mais difícil.
Quando a taxa do financiamento é igual ao rendimento da aplicação, o primeiro efeito se anula. A comparação passa a depender dos aluguéis pagos e da diferença entre o crescimento do dinheiro aplicado e o preço do imóvel. Nas condições do modelo, essa regra é a mesma no SAC e na Price.
Quando o dinheiro acumulado permite comprar à vista, a diferença entre os custos é calculada por esta expressão:
Essas fórmulas resumem as mesmas contas que a calculadora faz mês a mês. Você não precisa utilizá-las para interpretar o resultado; elas mostram como os pagamentos e as taxas se conectam.
A tabela a seguir separa os efeitos no exemplo com imóvel de R$ 200 mil, entrada de R$ 35 mil, financiamento Price por 30 anos a 8% ao ano, aplicação a 10% ao ano, valorização do imóvel de 8% ao ano e aluguel de R$ 600, reajustado em 5% ao ano.
| Espera | Aluguéis em VP | Custo financeiro evitado | Efeito da valorização¹ | Diferença de custo² |
|---|---|---|---|---|
| 1 ano | R$ 6.840 | −R$ 1.026 | R$ 3.071 | R$ 4.795 |
| 5 anos | R$ 31.230 | −R$ 3.856 | R$ 14.807 | R$ 20.279 |
| 10 anos | R$ 55.980 | −R$ 5.418 | R$ 28.316 | R$ 33.081 |
| 20 anos | R$ 91.135 | −R$ 5.396 | R$ 51.886 | R$ 44.646 |
Na primeira tabela, o efeito da valorização (¹) mede a vantagem de o imóvel crescer menos que a aplicação; a diferença de custo (²) é o custo de esperar menos o custo de comprar agora. Nesse exemplo, o crédito custa menos que o rendimento da aplicação. Por isso, a coluna de custo financeiro evitado tem valores negativos: adiar a compra não traz economia com crédito caro. A diferença final é positiva em todos os prazos apresentados, indicando menor custo para comprar agora.
Outra forma de interpretar a comparação é encontrar o aluguel inicial que iguala os custos das duas alternativas. Acima desse valor, comprar agora custa menos; abaixo dele, alugar e comprar depois custa menos. A tabela mantém o imóvel em R$ 200 mil, a entrada em R$ 35 mil, o prazo em 30 anos, o sistema Price e o reajuste do aluguel em 5% ao ano, alterando as demais taxas. Nas três primeiras colunas, as taxas anuais correspondem, respectivamente, aos juros do crédito, ao rendimento da aplicação e à valorização do imóvel.
| Crédito | Aplicação | Imóvel | Fator de custo | Prestação | Aluguel de equilíbrio em 5 anos | Prestação ÷ aluguel em 5 anos | Aluguel de equilíbrio em 10 anos | Prestação ÷ aluguel em 10 anos |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 8% | 10% | 8% | 0,845 | R$ 1.179 | R$ 139 | 8,5 | R$ 180 | 6,6 |
| 10% | 10% | 8% | 1,000 | R$ 1.396 | R$ 337 | 4,1 | R$ 359 | 3,9 |
| 12% | 10% | 8% | 1,160 | R$ 1.620 | R$ 541 | 3,0 | R$ 544 | 3,0 |
| 12% | 10% | 4% | 1,160 | R$ 1.620 | R$ 1.144 | 1,4 | R$ 1.105 | 1,5 |
| 12% | 12% | 4% | 1,000 | R$ 1.620 | R$ 1.243 | 1,3 | R$ 1.218 | 1,3 |
O ponto de equilíbrio muda conforme as taxas. Quando o crédito é mais caro ou a aplicação rende bem mais que a valorização do imóvel, esperar pode compensar mesmo com um aluguel maior. Por isso, uma regra baseada apenas na proporção entre aluguel e prestação pode não servir para todos os casos.
O papel do reajuste do aluguel
Um aluguel barato hoje pode deixar de ser barato ao longo dos anos. Reajustes elevados aumentam os gastos durante a espera e reduzem o dinheiro que sobra para a entrada. Esses dois efeitos podem mudar a alternativa mais favorável.
- O primeiro efeito é o aumento dos pagamentos de aluguel. Quanto mais tempo a pessoa espera, mais reajustes se acumulam. Se o aluguel crescer acima do rendimento da aplicação, seu peso aumenta também em valores de hoje.
- O segundo efeito é a redução da poupança mensal. Com o aluguel mais alto, sobra menos da diferença em relação à prestação para investir. Se o aluguel ultrapassar a prestação usada como referência, será preciso retirar dinheiro da aplicação, reduzindo o saldo disponível para a compra.
A relação entre o rendimento da aplicação e a valorização do imóvel continua sendo importante. Mas, mesmo quando ela favorece esperar, o aumento do aluguel pode consumir essa vantagem. O resultado depende da combinação desses efeitos.
Considere agora um financiamento mais caro: imóvel de R$ 200 mil, entrada de R$ 35 mil, Price por 30 anos e juros de 12% ao ano, com prestação de cerca de R$ 1.620. A aplicação rende 10% ao ano, o imóvel se valoriza 4% ao ano e o aluguel inicial é de R$ 600. Com reajustes moderados, esperar tem menor custo. A tabela mostra como isso muda quando o reajuste aumenta. Valores negativos favorecem esperar; positivos favorecem comprar agora.
| Reajuste anual do aluguel | Diferença em 5 anos | Diferença em 10 anos | Diferença em 20 anos | Aluguel alcança a prestação |
|---|---|---|---|---|
| 4% a.a. | −R$ 33.527 | −R$ 57.193 | −R$ 76.780 | mês 313 |
| 8% a.a. | −R$ 30.845 | −R$ 46.479 | −R$ 45.775 | mês 157 |
| 12% a.a. | −R$ 27.958 | −R$ 33.469 | R$ 5.164 | mês 109 |
| 16% a.a. | −R$ 24.855 | −R$ 17.682 | R$ 91.193 | mês 85 |
| 20% a.a. | −R$ 21.524 | R$ 1.457 | R$ 226.023 | mês 73 |
Nesse exemplo, o reajuste que iguala os custos é de aproximadamente 40,9% ao ano para uma espera de 5 anos, 19,7% para 10 anos e 11,7% para 20 anos. São resultados específicos dessas hipóteses. Eles mostram que, em uma espera longa, uma taxa de reajuste menor já pode ser suficiente para mudar a conclusão, porque se acumula por mais tempo.
Assim, além de olhar o aluguel atual, vale perguntar quanto ele poderá custar durante todo o período de espera. A calculadora permite acompanhar essa evolução e verificar quando o aluguel alcançaria a prestação, dadas as taxas informadas.
Conclusão
Financiar tende a ser mais favorável quando o crédito tem uma taxa baixa em relação ao rendimento que o dinheiro poderia obter aplicado, o aluguel é alto em relação ao preço do imóvel ou seus reajustes são elevados. Uma valorização do imóvel próxima ou superior ao rendimento das aplicações também reduz a vantagem de esperar, pois o preço de compra acompanha ou supera o crescimento do dinheiro guardado.
Alugar para comprar depois tende a ser mais favorável quando o financiamento é caro, o aluguel é baixo e tem reajustes moderados, e o dinheiro aplicado cresce mais rápido que o preço do imóvel. Nessas condições, a espera pode permitir acumular uma entrada maior e reduzir o valor a financiar, ou até viabilizar a compra à vista.
Essas características precisam ser avaliadas em conjunto. Um aluguel baixo pode perder a vantagem se subir muito ao longo dos anos. Da mesma forma, um financiamento caro pode se tornar a alternativa de menor custo se o aluguel for elevado ou se o imóvel se valorizar rapidamente. O tempo de espera influencia todos esses efeitos.
A vantagem de alugar depende também de guardar e aplicar a diferença que sobra a cada mês. Se esse dinheiro for gasto, a entrada futura será menor que a projetada e o resultado da simulação poderá não se concretizar.
Para decidir, use condições próximas das suas possibilidades e teste mudanças nas taxas e no tempo de espera. A soma das prestações, isoladamente, não determina se o financiamento vale a pena. O que importa nesta comparação é o custo completo de cada caminho em valores de hoje.
Além do custo, considere se a prestação cabe no orçamento e quanto você valoriza a estabilidade de ter um imóvel ou a flexibilidade de mudar de endereço. A alternativa mais barata na simulação pode não atender melhor às suas necessidades de moradia.
A calculadora tem limites. Ela não inclui ITBI, escritura, imposto sobre os rendimentos da aplicação, TR, seguros, condomínio ou IPTU. Também considera que a taxa e o prazo do financiamento futuro serão iguais aos atuais e que a diferença mensal será aplicada ou retirada conforme a projeção. Fatores que podem ser melhor explorados em versões mais sofisticadas da calculadora.